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SOMOS ALUNAS DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UNIFENAS-BH E MONTAMOS ESTE BLOG PARA MOSTRAR A IMPORTANCIA DAS FRUTAS NO NOSSO DIA A DIA PRINCIPALMENTE NA VIDA DA CRIANÇADA EM FASE DE CRESCIMENTO.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Você conhece as frutas?

FRUTAS


Frutas
Você conhece as frutas?

As frutas são muito importantes na nossa alimentação, elas nos ajudam na correria do dia-a-dia, pois nem sempre temos tempo para comer. Elas têm grandes fontes de vitaminas, como a vitamina C, beta caroteno, potássio, fibras, além de serem altamente nutritivas e de fácil digestão. Contem também bioflavonóides, que protegem contra o câncer e outras doenças e nos fornece energia rápida, pois a fonte de açúcar é natural.
As frutas podem ser servidas sozinhas ou junto com outros pratos adicionando sabor e visual aos pratos. Elas são muito consumidas no verão, são leves e refrescantes.

Vamos conhecer mais sobre as frutas?
  • Abacaxi Você sabia que o abacaxi não nasce em árvore?
    O abacaxi vem de uma planta baixinha que se chama abacaxizeiro. Ele é rico em vitaminas A, B e C, que você precisa para crescer e ficar forte. O abacaxi também é conhecido como Ananás e veio da América Central e do México.
  • Açaí
  • Acerola Sabia que a acerola tem 30 vezes mais vitamina C que a laranja?
    A acerola é aquela fruta vermelha pequenininha, que nasce em uma árvore média chamada aceroleira. Ela é nativa das Antilhas e da América Central. Ela também ajuda a curar a gripe e o resfriado.
  • Banana
  • Caju
  • Cereja
  • Goiaba Você gosta de comer goiaba? Huum... Eu adoro!!!
    A goiaba é aquela fruta cheia de sementinhas dentro. Eu adoro comer goiabas. Eu sempre subo na goiabeira para comê-las fresquinhas. Esta fruta é nativa da América Tropical. Agora, eu vou parar de falar desta fruta, pois já estou com água na boca.
  • Laranja Sabia que a laranja surgiu na China?
    Isso mesmo! Essa fruta deliciosa surgiu na Ásia, mais especificamente na China. A laranja nasce em uma árvore grande chamada laranjeira. Ela tem muita vitamina C que ajuda você a sarar e se prevenir da gripe e do resfriado.
  • Limão
  • Maça É verdade que existem mais de 5 mil variedades de maçãs?
    Sim. Estima-se que exista algo entre 5 a 20 mil variedades desta fruta. Dessas 3 a 4 mil são cultivadas em maior ou menor escala, em diferentes partes do mundo. O pé de maçã, a macieira, é nativo da Europa e da Ásia. A maçã gosta de climas mais frios, por isso, seu cultivo é bastante comum em países com o clima temperado.
  • Mamão Você gosta de mamão?
    Espero que sim, pois o mamão é uma fruta muito importante para o bom funcionamento do aparelho digestivo. O pé de mamão chama-se mamoeiro e é muito alto. O mamão se adapta melhor em países tropicais, como o Brasil. Ele surgiu no Caribe e também é conhecido como Papaya
  • Melancia
  • Melão
  • Mexerica
  • Pêra A pêra é da mesma família que a maçã. Você sabia disso?
    A pereira, a árvore de onde vem a pêra, pertence à mesma família da macieira, de onde vem a maçã. As pêras são ricas em nutrientes para o nosso corpo. Grande parte de suas vitaminas está concentrada na casca. A pêra vem da Ásia Central.
  • Uva

Crianças x frutas 10 maneiras de convence-lós!!!

Crianças X Fruta/Verduras!

Já que é a semana das CRIANÇAS! Vamos falar sobre  o "NÃO QUERO, NÃO GOSTO DE COMER FRUTAS E VERDURAS".



 No consultório sempre escuto as mães, "ele nunca come fruta e verdura, é uma briga diária", pois eu respondo ISSO MESMO MAMÃE, luta diária! As crianças precisam ser APRESENTADAS aos alimentos...como você quer que seu filho coma banana, mas nunca tem em casa? Quero dividir com vocês 10 dicas para essa LUTA! Mas lembre-se todo mundo tem direito de não gostar de algum alimento. Mas é importante oferecer à criança pelo menos 8x o alimento, tente variar o modo de preparo e dê alguns dias de intervalo.


Confira 10 modos de convencê-los:
Aprenda algo com os bastardos que conseguiram fazer seu filho se encher de porcarias: ao invés de pacotes de salgadinho e docinhos, deixe vegetais e frutas em locais acessíveis, tanto na geladeira quanto na mesa, faça porções individuais, coloque frutas picadinhas em potinhos coloridos, saquinhos de salada, etc.

1) Espere até que estejam com fomeSe eles estiverem com fome, vão comer o que tiver. Antes do jantar, sirva um aperitivo de vegetais coloridos, como cenoura, pepino e pimentão vermelho, junto com molhos de salada não calóricos.
2) Crie a regra da “uma mordida”Diga aos seus filhos que eles têm de dar uma mordida em algo antes de negá-lo (ou seja, se ele não quer comer alface, vai ter que pelo menos experimentar antes). Segundo especialistas, se ele tiver que saborear a comida, eventualmente vai se acostumar com ela.
3) Invente nomes engraçadosTodo golpe publicitário vem com uma identidade. Se os profissionais de marketing podem fazer isso, por que não você? Comece a chamar as frutas e vegetais de nomes engraçados, coisas que combinem com eles, heróis e brincadeiras, ativando a curiosidade e atenção da criança.

4) Leve as crianças ao mercado/verdureira/: Acho super válido, a criança pode se interessar por mais alimentos, afinal foi ELA que escolheu. Deixe que elas escolham as frutas e legumes. Faça com que passeiem pela seção de vegetais, sentindo o cheiro dos produtos e admirando as cores.


5) Faça as crianças cozinharem junto com você: Sempre dou essa dica no consultório, peça para a criança ajudar no preparo das refeições, inventem um sanduiche com carinha...Eis uma história de sucesso: uma vez, uma mãe pediu a seu filho para ajudá-la a cozinhar vagens, ensinando-o truques e temperos, enquanto ela lavava louça. Quando se sentaram para comer, ele insistiu em comer a vagem, porque, como dizia, “ele mesmo a tinha feito”. Dois anos depois, ele ainda come os vegetais – desde que ajude a prepará-los.
6) Faça uma “noite dos vegetais”Dessa forma, não há concorrência de outros tipos de alimentos. Sirva naquela noite apenas vegetais, diversos deles, com hummus (espécie de patê de grão de bico), molhos, hambúrgueres de cogumelos, etc.
7) Esconda os vegetais na comidaHá várias maneiras de fazer isso. Purê de vegetais, carne enrolada com vegetais, legumes no macarrão, etc. O disfarce ajuda pelo menos a criança a começar a comer.
8) Faça com que os vegetais sejam uma “opção fácil”

9) Deixe eles “mexerem” com eletrodomésticosToda criança é xereta. Deixe-as usarem o liquidificador, o espremedor de frutas, o processador de alimentos, para fazer receitas com frutas e legumes. Mas não se esqueça de supervisioná-las, claro.
10) Política da “sem sobremesa”
Comer o que é saudável, não quer mais, mas há espaço para sobremesa? Nem pensar. Talvez não seja a maneira mais simples de fazer as crianças comerem legumes, mas funciona.
Fonte: Hype Science – http: // hypescience com

Os dez passos da alimentação saudavel para crianças brasileiras menores de 2 anos

PASSO 1 - Dar somente leite materno até os seis meses, sem
oferecer água, chás ou quaisquer outros alimento.
O leite materno contém tudo o que a criança necessita até os 6 meses de
idade, inclusive água, além de proteger contra infecções.
A criança que recebe outros alimentos além do leite materno antes dos seis
meses, principalmente através de mamadeira, incluindo água e chás, pode
adoecer mais e ficar desnutrida.
PASSO 2 - A partir dos seis meses, oferecer de forma lenta e gradual
outros alimentos, mantendo o leite materno até os dois anos de idade
oumais.
A partir dos seis meses, o organismo da criança já está preparado para receber
alimentos diferentes do leite materno, que são chamados de alimentos
complementares.
Mesmo recebendo outros alimentos, a criança deve continuar a mamar no
peito até os dois anos ou mais, pois o leite materno continua alimentando a
criança e protegendo-a contra doenças.
Com a introdução da alimentação complementar, é importante que a criança
receba água nos intervalos das refeições.
PASSO 3 -A partir dos seis meses, dar alimentos complementares (cereais, tubérculos,
carnes, leguminosas, frutas e legumes) três vezes ao dia, se a criança receber leite
materno, e cinco vezes ao dia, se estiver desmamada.
Se a criança está mamando no peito, três refeições por dia com alimentos adequados são suficientes
para garantir uma boa nutrição e crescimento, no primeiro ano de vida. No segundo ano de vida, devem
ser acrescentados mais dois lanches, além das três refeições.
Se a criança não está mamando no peito, deve receber cinco refeições ao dia com alimentos
complementares já a partir do sexto mês.
Algumas crianças precisam ser estimuladas a comer (nunca forçadas).
PASSO 4 - A alimentação complementar deve ser oferecida sem rigidez de horários,
respeitando-se sempre a vontade da criança.
Crianças amamentadas no peito em livre demanda desenvolvem muito cedo a capacidade de
autocontrole sobre a ingestão de alimentos, aprendendo a distinguir as sensações de saciedade após
as refeições e de fome após o jejum (período sem oferta de alimentos). Esquemas rígidos de
alimentação interferem nesse processo de auto controle pela criança.
Este aprendizado precoce é fundamental na formação das diferenças nos estilos de controle de
ingestão de alimentos nos primeiros anos de vida;
O tamanho da refeição está relacionado positivamente com os intervalos entre as refeições (grandes
refeições estão associadas a longos intervalos e vice-versa).
É importante que as mães desenvolvam a sensibilidade para distinguir o desconforto do bebê por fome
de outros tipos de desconforto (sono, frio, calor, fraldas molhadas ou sujas, dor, necessidade de
carinho), para que elas não insistam em oferecer alimentos à criança quando esta não tem fome.
Sugere-se, sem esquema rígido de horário, que, para as crianças em aleitamento materno, sejam
oferecidas três refeições complementares, uma no período da manhã, uma no horário do almoço e outra
no final da tarde ou no início da noite.
Para as crianças já desmamadas, devem ser oferecidas três refeições mais dois lanches, assim
distribuídos: no período da manhã (desjejum), meio da manhã (lanche), almoço, meio da tarde (segundo
lanche), final da tarde ou início da noite (jantar).
PASSO 5 - A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de
colher; começar com consistência pastosa (papas /purês) e, gradativamente, aumentar a
sua consistência até chegar à alimentação da família.
No início da alimentação complementar, os alimentos oferecidos à criança devem ser preparados
especialmente para ela, sob a forma de papas/purês de legumes/cereais/frutas. São os chamados
alimentos de transição.
A partir dos oito meses, podem ser oferecidos os mesmos alimentos preparados para a família, desde
que amassados, desfiados, picados ou cortados em pedaços pequenos.
Sopas e comidas ralas/moles não fornecem energia suficiente para a criança.
Deve-se evitar o uso da mamadeira, pois a mesma pode atrapalhar a amamentação e é importante fonte
de contaminação e transmissão de doenças.
Recomenda-se o uso de copos (copinhos) para oferecer água ou outros líquidos e dar os alimentos
semi-sólidos e sólidos com prato e com a colher.
PASSO 6 - Oferecer à criança diferentes alimentos ao dia. Uma alimentação variada é
uma alimentação colorida.
Desde cedo a criança deve acostumar-se a comer alimentos variados.
Só uma alimentação variada evita a monotonia da dieta e garante a quantidade de ferro e vitaminas
que a criança necessita, mantendo uma boa saúde e crescimento adequados.
O ferro dos alimentos é melhor absorvido quando a criança recebe, na mesma refeição, carne e frutas
ricas em vitamina C.
A formação dos hábitos alimentares é muito importante e começa muito cedo. É comum a criança
aceitar novos alimentos apenas após algumas tentativas e não nas primeiras. O que pode parecer
rejeição aos novos alimentos é resultado do processo natural da criança em conhecer novos sabores
e texturas e da própria evolução da maturação dos reflexos da criança.
Os alimentos devem ser oferecidos separadamente, para que a criança aprenda a identificar as suas
cores e sabores. Colocar as porções de cada alimento no prato, sem misturá-las.
PASSO 7 - Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições.
As crianças devem acostumar-se a comer frutas, verduras e legumes desde cedo, pois esses
alimentos são importantes fontes de vitaminas, cálcio, ferro e fibras.
Para temperar os alimentos, recomenda-se o uso de cebola, alho, óleo, pouco sal e ervas (salsinha,
cebolinha, coentro).
PASSO 8
e outras guloseimas, nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação.
Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos
Açúcar, sal e frituras devem ser consumidos com moderação, pois o seu excesso pode trazer
problemas de saúde no futuro. O açúcar somente deve ser usado na alimentação da criança após um
ano de idade.
Esses alimentos não são bons para a nutrição da criança e competem com alimentos mais nutritivos.
Deve-se evitar alimentos muito condimentados (pimenta, mostarda, “catchup”, temperos
industrializados).
PASSO 9 - Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos; garantir o seu
armazenamentoeconservaçãoadequados.
Para uma alimentação saudável, deve-se usar alimentos frescos, maduros e em bom estado de
conservação.
Os alimentos oferecidos às crianças devem ser preparados pouco antes do consumo; nunca oferecer
restos de uma refeição.
Para evitar a contaminação dos alimentos e a transmissão de doenças, a pessoa responsável pelo
preparo das refeições deve lavar bem as mãos e os alimentos que serão consumidos, assim como os
utensílios onde serão preparados e servidos.
Os alimentos devem ser guardados em local fresco e protegidos de insetos e outros animais.
Restos de refeições que a criança recusou não devem ser oferecidos novamente.
PASSO 10 - Estimular a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo sua
alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando a sua aceitação.
As crianças doentes, em geral, têm menos apetite. Por isso, devem ser estimuladas a se alimentar,
sem, no entanto, serem forçadas a comer.
Para garantir uma melhor nutrição e hidratação da criança doente, aconselha-se oferecer os alimentos
de sua preferência, sob a forma que a criança melhor aceite, e aumentar a oferta de líquidos.
Para a criança com pouco apetite, oferecer um volume menor de alimentos por refeição e aumentar a
freqüência de oferta de refeições ao dia.
Para que a criança doente alimente-se melhor, é importante sentar-se ao lado dela na hora da refeição
e ser mais flexível com horários e regras.
No período de convalescença, o apetite da criança encontra-se aumentado. Por isso, recomenda-se
aumentar a oferta de alimentos nesse período, acrescentando pelo menos mais uma refeição nas 24
horas.
Enquanto a criança come com sua própria colher, a pessoa responsável pela sua alimentação deve ir
oferecendo-lhe alimentos com o uso de outra.

O alto consumo de legumes, frutas na infância pode melhorar a saúde arterial na idade adulta

O alto consumo de legumes, frutas na infância pode melhorar a saúde arterial na idade adulta

Informe da American Heart Association- nov - 2010


Um estudo, analisou a relação entre estilo de vida durante a infância – como ingestão de frutas, verduras, manteiga, álcool, tabagismo e atividade física - e da velocidade da onda de pulso na idade adulta jovem . A velocidade da onda de pulso é uma medida da rigidez arterial.

"Quando o coração bate, o pulso de ejeção de sangue cria uma onda que é transmitida ao longo da árvore arterial", disse Mika Kahono, MD, Ph.D., autor principal do estudo e professor do departamento de fisiologia clínica do Hospital Universitário de Tampere, Tampere, Finlândia. "A velocidade da onda de pulso depende da rigidez da parede arterial, e quanto mais rígida a parede, maior será a velocidade. Sabe-se que o processo de enrijecimento arterial desempenha um papel importante no desenvolvimento da doença cardiovascular. "

"A nosso conhecimento, este é o primeiro estudo a examinar a relação entre hábitos de vida na infância e na velocidade da onda de pulso na vida adulta."

O estudo mediu a velocidade da onda de pulso em 1,622 participantes no Estudo de Risco Cardiovascular em Jovens finlandeses (risco cardiovascular nos jovens finlandeses Study), que acompanhou crianças dos 3 aos 18 anos de idade durante um período de 27 anos. Descobrimos que:

• Um padrão de baixo consumo de vegetais na infância está associado com uma onda mais rápida do pulso na vida adulta. A associação permaneceu significativa após o ajuste para os tradicionais fatores de risco cardiovasculares, tais como lipoproteína de alta densidade (HDL ou colesterol, por sua sigla em Inglês), também chamado de colesterol "bom" eo LDL (colesterol "ruim" .)
• No grupo com o consumo maior e mais habitual de frutas e legumes, desde a infância até a idade adulta, a velocidade média da onda de pulso foi de 6 por cento menor do que no grupo que comeu o menor número de legumes e frutas.
• O número de fatores de risco de vida (baixo consumo de legumes, baixo consumo de frutas, inatividade física e tabagismo) na infância está associado diretamente com a velocidade da onda de pulso na idade adulta. Esta associação permaneceu significativa quando ajustada para o número de fatores de risco para a vida na idade adulta.
"Essas descobertas sugerem que um padrão ao longo do baixo consumo de frutas e hortaliças está associado com rigidez arterial na idade adulta jovem, que é outro motivo para os pais e pediatras devem incentivar os jovens a comer frutas e legumes grandes quantidades ", disse Kahono.

Co-autores são Heikki Aatola, MD; Teemu Koivistoinen, MD, M.Sc., Nina Hutri-Kahono, MD, Ph.D., Markus Juonala, MD, Ph.D., Vera Mikkilä, Ph.D., Terho Lehtimäki , MD, Ph.D., Jorma SAViikari, MD, Ph.D., Olli T. Raitakari, MD, Ph.D., e Mika Kahono, MD, Ph.D.

10 dicas para incentivar seus filhos a comer frutas e legumes

10 dicas para incentivar seus filhos a comer frutas e legumes

Dicas da American Heart Association
Novembro de 2010

Em um novo estudo, crianças que comiam mais vegetais e frutas tiveram um sangue mais saudável para atingir a idade adulta. Aqui estão 10 dicas para incentivar as crianças a comer legumes e frutas diariamente.

1. Faça a compra de legumes e frutas ser divertida: Visite o seu supermercado local com seus filhos e ensine-os a escolher frutas e vegetais maduros. Aproveite esta oportunidade para explicar o que frutas e verduras estão disponíveis em cada estação e como alguns vêm de diferentes países com climas diferentes.

2. Envolver as crianças na preparação das refeições: Convide seus filhos para ajudar a preparar um prato saudável. As crianças mais novas podem ajudar a medir, cortar ou incluir os ingredientes na receita. As crianças mais velhas podem ajudar a definir o quadro. Não se esqueça de elogiá-los pela sua ajuda, para se sentir orgulhosos do que fizeram.

3. Seja um modelo a seguir: Se você comer uma grande variedade de frutas e legumes - e aproveitá-los - é mais provável que seu filho siga o seu exemplo. Se você não comer guloseimas e não tê-las em casa, seus filhos não vão comer tanto.

4. Faça lanches divertidos: Programe um dia para comer sanduíches - a maioria das crianças gosta de rotinas. Ofereça frutas e vegetais entre as refeições. Crianças gostam de pegar comida, então, sirva finger foods que podem segurar. Corte as frutas em fatias e disponha-os em um prato atraente. Faça um gelinho de frutas ou congelar em formas de gelo. Criar um rosto sorridente, usando os vegetais picados e sirva com uma pequena quantidade de molho com baixo teor de gordura. Nunca force a criança a comer algo e não use a comida como castigo ou recompensa.

5. Dê escolhas filhos - mas com limites: muitas escolhas podem sobrecarregar uma criança pequena. Em vez de perguntar: "O que você gostaria de comer no almoço?", Oferecem uma gama limitada de escolhas saudáveis. Por exemplo, incentive-os a escolher entre uma banana ou morango, ou entre as cenouras e brócolis no jantar.

6. Comer juntos como uma família: as refeições familiares são uma boa oportunidade para ajudar os filhos a desenvolver atitudes saudáveis sobre alimentação e aspectos sociais de comer com os outros. Certifique-se de comer vegetais na frente de seus filhos. Eles Irão imitar seu exemplo.

7. Espere resistência: Depois de observar os hábitos alimentares de outras famílias, seus filhos podem rejeitar alimentos saudáveis oferecidos. Sem fazer comentários depreciativos sobre as preferências alimentares de seus amigos, faça com que seus filhos entendam que frutas e verduras são os alimentos preferidos de sua família.

8. Incentive escolhas alimentares saudáveis: fazer uma horta caseira com tomates e ervas como manjericão e orégano. Se você tiver espaço para um jardim fora de casa, ajudar seus filhos a plantar vegetais que crescem rapidamente, como o feijão, tomate cereja, e rabanetes.

9. As operações clandestinas: Se você já tentou todos os passos recomendados na lista e sua criança ainda se recusa a comer frutas e verduras, não se desespere. Você pode incluir ingredientes saudáveis nos pratos de seus filhos sem seu conhecimento.Cozinhe cenouras e colocque no molho de macarrão ou pizza. Adicione frutas e legumes para os seus alimentos favoritos, como panquecas com massa enriquecida com vegetais, bolo de cenoura ou as fatias de frutas com cereais.

10. Seja paciente: alterações nas preferências alimentares das crianças irão ocorrer gradualmente. Com o tempo, seu filho vai se tornar mais receptivo a experimentar novos alimentos, como vegetais. Muitas crianças precisam ver e experimentar uma comida uma dúzia de vezes antes de se saber se eles realmente gostam. Sirva uma pequena porção de um alimento novo, como uma ou duas florzinhas de brócolis por dia durante duas semanas, mas não chame a atenção para isso.

ATE CACHORROS COMEM FRUTAS.....

PEÇA TEATRAL: O DESESPERO DAS FRUTAS